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quarta-feira, 20 de junho de 2012


Se a Record fizesse TV como faz igreja, bateria a Globo', diz Datena



Há dois meses, o público que o acompanha perdendo a paciência com os bandidos conheceu um outro lado de José Luiz Datena.
Aos 55 anos, 14 deles à frente de programas policiais, ele levou sua voz grave ao game show "Quem Fica em Pé?", no ar na Band, e mostrou talento para o humor.
Inicialmente, Datena considerou o formato --um jogo de perguntas e respostas-- "idiota". Hoje, eleva o ibope do canal de um ponto dos cultos evangélicos de R.R. Soares para picos de nove.
Em entrevista à Folha, o apresentador falou do novo sucesso e das ameaças que recebeu, cutucou a Record e o prefeito Gilberto Kassab (PSD).
Divulgação
José Luiz Datena no cenário de "Quem Fica em Pé?"
José Luiz Datena no cenário de "Quem Fica em Pé?"
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Folha - O "Quem Fica em Pé?" é o tipo de programa que você sempre quis apresentar?
José Luiz Datena - Não, pelo contrário. Achei até meio idiota quando me apresentaram. Falei que esse tipo de programa já tinha sido feito. O participante cai num buraco... O Diego [Guebel, argentino e novo diretor de conteúdo da Band] me mostrou que era uma atração simples, não idiota.

Está exibindo seu bom humor?
Por incrível que pareça, sou um cara bem-humorado. Sei fazer piada, sei brincar. Mas o cara me conhece do "Brasil Urgente"... Quem se lembra da minha passagem na Globo e na própria Bandeirantes, aquelas matérias engraçadas, tem referência de que eu fazia uma humor legal.

Qual a resposta do público nas ruas?

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